<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4837559119236571122</id><updated>2012-02-16T06:22:41.364-08:00</updated><title type='text'>Somos Herdeiros                 (do século XX)</title><subtitle type='html'>Uma compilação das melhores imagens e sons, sob diferentes pontos de vista!</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://somosherdeiros.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4837559119236571122/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://somosherdeiros.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>J. Barish e A. Ayres</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09012564951810000552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>13</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4837559119236571122.post-1500717826587016141</id><published>2009-01-05T15:35:00.000-08:00</published><updated>2009-01-06T04:27:34.547-08:00</updated><title type='text'>Hello, Pretty Pretty!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_pcnSWT2VmOY/SWKhS7VKZ9I/AAAAAAAAABs/XZqLoxi766E/s1600-h/Barbarella.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 222px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_pcnSWT2VmOY/SWKhS7VKZ9I/AAAAAAAAABs/XZqLoxi766E/s320/Barbarella.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5287966259022555090" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Criada em 1962 pelo escritor e ilustrador francês Jean Claude Forest, a personagem de quadrinhos &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Barbarella&lt;/span&gt; escandalizou a sociedade francesa da época devido o conteúdo  erótico de suas histórias,  mas com o tempo ganhou fama  e virou ícone do movimento feminista pela sua liberdade sexual. Essa personagem de ficção científica virou filme, encarnada por Jane Fonda nos cinemas em 1968, influenciou gerações pelos contextos que beiram o absurdo, um maravilhoso absurdo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ano de 40.000 D.C., na galáxia já não existem mais guerras ou qualquer conflito, mas a criação de uma suposta arma pelo Doutor Duran Duran (Milo O`Shea) cujo o nome inspirou a famosa banda de rock new wave, não deixa outra escolha para o Presidente da Terra (Claude Dauphin) a não ser convocar a “astronavegadora” Barbarella (Fonda) para garantir a segurança da Galáxia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viajando pelo espaço com um leque de modernidades em sua nave, Barbarella chega ao planeta Lythion, lá ela encontra diversas dificuldades e esbarra em vários personagens que no mínimo  são bizarros e  muito hilários. Situações inesperadas como um anjo cego que desistiu de voar, uma máquina de tortura de prazer sexual, são pequenos exemplos do ambiente incrível que esta heroína encontra na aventura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;Barbarella&lt;/span&gt; encanta pela sua inocente sensualidade, em nenhum momento pornográfica, salientada pela ótima interpretação de Fonda. Aliás, o ponto alto do filme é na cena inicial, onde ela despe seu traje espacial, ficando completamente nua, em pleno ano de 1968, demonstrando uma forma incrível e beleza fascinante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Facilmente taxado como um filme "B", &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Barbarella&lt;/span&gt; possui cenários extremamente simples, trucagens mal elaboradas e efeitos que hoje são literalmente brincadeira de criança.  Talvez aí esteja o trunfo atual desta obra que influencia artistas do mundo inteiro até hoje, o ar alternativo que parece "zombar" da busca incansável pela perfeição técnica de ambientes virtuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dos anos 60, época de efervescência cultural na França, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Barbarella &lt;/span&gt;carrega uma trama psicodélica  com uma trilha que beira o brega, ou seja, nada mais atual e divertido.  Dificilmente outro momento histórico do cinema conseguiria retratar com um humor tão despojado o universo de &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;Barbarell&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;a&lt;/span&gt;. Mas se colocarmos em comparação com as super produções de nossa época, o filme demonstra que um roteiro bem escrito, aquele que aceita seu próprio universo, funciona independe de qualquer pirotecnia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obs.: Sou um defensor da tecnologia e da computação gráfica. Mas se ilude aquele que imagina que bons efeitos seguram um filme, a história do cinema nos cansa de dar exemplos que isso não funciona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J. Barish&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Um trailer de 68!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/1uwNEnh9uaM&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/1uwNEnh9uaM&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4837559119236571122-1500717826587016141?l=somosherdeiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://somosherdeiros.blogspot.com/feeds/1500717826587016141/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4837559119236571122&amp;postID=1500717826587016141' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4837559119236571122/posts/default/1500717826587016141'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4837559119236571122/posts/default/1500717826587016141'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://somosherdeiros.blogspot.com/2009/01/hello-pretty-pretty.html' title='Hello, Pretty Pretty!'/><author><name>J. Barish e A. Ayres</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09012564951810000552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_pcnSWT2VmOY/SWKhS7VKZ9I/AAAAAAAAABs/XZqLoxi766E/s72-c/Barbarella.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4837559119236571122.post-6738384413548006204</id><published>2008-09-15T10:26:00.000-07:00</published><updated>2008-09-15T17:22:34.790-07:00</updated><title type='text'>Ensaio para Enxergar</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_pcnSWT2VmOY/SM6cAAFclyI/AAAAAAAAABk/39gnFXDCxgc/s1600-h/ensaio-sobre-a-cegueira06.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_pcnSWT2VmOY/SM6cAAFclyI/AAAAAAAAABk/39gnFXDCxgc/s320/ensaio-sobre-a-cegueira06.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5246302139769984802" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;Após a cena final percebo que apenas metade da sala se levantara&lt;/span&gt;&lt;span class="EC_Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;. Q&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;uando as luzes se acendem olho para o meu lado direito na distância de umas 6 poltronas&lt;/span&gt;&lt;span class="EC_Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;,, u&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;m rapaz com seus vinte e poucos anos com os braços apoiados na poltrona da frente olha para o infinito, onde deveria estar seus pensamentos. Assim como &lt;/span&gt;&lt;span class="EC_Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;eu, que&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt; demorei alguns minutos para soltar uma palavra sobre qualquer coisa para minha namorada que estava visivelmente emocionada. Meu irmão, que assistiu o filme em outro cinema, me disse que a maioria das pessoas esperou os créditos terminarem para se retirarem da sala, coisa que faço em quase todos os filmes e sei que pouca gente tem esse costume.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;"Ensaio sobre a cegueira" não é um filme que agradará a todos, mas&lt;/span&gt;&lt;span class="EC_Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt; a poética impactante não permite que ninguém saia do cinema da mesma maneira que entrou. Meirelles, orgulho nacional, novamente mostra que é um dos melhores diretores da atualidade, ao lado de Tarantino, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt;Guillermo del Toro (Labirinto do Fauno), &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt;Guy Ritchie (Snatch - Porcos e Diamantes)&lt;span class="EC_Apple-style-span"&gt;,&lt;/span&gt; entre outros. Com maestria ele traz para as telas a adaptação quase perfeita do livro homônimo de José Saramago, &lt;span class="EC_Apple-style-span"&gt;ganhador do&lt;/span&gt; prêmio Nobel de literatura.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na metáfora criada por Saramago, um&lt;span class="EC_Apple-style-span"&gt;a&lt;/span&gt; estranha epidemia de cegueira branca toma conta de um país. A fotografia de &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt;César Charlone traz esse branco para a trama de uma forma impressionante. Os tons pálidos  das cenas enriquecem a película, e ajudam a ambientar a agonia que a história transmite. &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt; Ainda tecnicamente falando, o som está em todos os detalhes numa ligação direta com &lt;span class="EC_Apple-style-span"&gt;os cegos que devido tantas dificuldades, acabam apurando outros sentindos.&lt;/span&gt; &lt;span class="EC_Apple-style-span"&gt;A&lt;/span&gt; riqueza de sons em várias camadas e muito bem distribuídos, intensifica as sensações para o espectador. A emoção do filme é tão forte que a trilha passa suave e quase despercebida, pois a própria história já é suficientemente intensa e tocante.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os aplausos para Meirelles continuam pelas dificuldades que a adaptação para outra linguagem  t&lt;span class="EC_Apple-style-span"&gt;ê&lt;/span&gt;m. Após o final você saberia dizer qual o nome da personagem de Juliane Moore? Ou do médico interpretado por Mark Buffalo? A mulher de óculos (Alice Braga), o homem com o tapa olho (Dany Glover) ou o líder dos cegos da Ala 3 (Gael Garcia Bernal)&lt;span class="EC_Apple-style-span"&gt;?&lt;/span&gt; &lt;span class="EC_Apple-style-span"&gt;T&lt;/span&gt;ambém tenho certeza &lt;span class="EC_Apple-style-span"&gt;que &lt;/span&gt;ninguém lembrará, pois Saramago não dá nome ao país, nem a cidade e a nenhum personagem.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:100%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Juliane Moore, que faz o papel da mulher do médico, a única que não fica cega, é o pivô principal de toda a trama. Como em toda epidemia&lt;/span&gt;&lt;span class="EC_Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt; os primeiros infectados são isolados num antigo sanatório, divido em alas. O medo de cont&lt;/span&gt;&lt;span class="EC_Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;á&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;gio transforma o isolamento em uma campo de concentração de cegos, onde o seres humanos acabam por vivenciar o limite da civilidade. Imagine pessoas que acabaram de ficar cegas, soltas a deriva num lugar desconhecido sem ninguém que enxergue para ajudar, pois bem, Saramago imaginou e Meirelles mostrou a que níveis o ser humano pode descer. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:100%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;Mas&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: georgia;" class="EC_Apple-style-span"&gt;,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt; todo o inc&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: georgia;" class="EC_Apple-style-span"&gt;ô&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;modo dos fatos lamentáveis que ocorrem, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: georgia;" class="EC_Apple-style-span"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt; e confesso que na cena mais forte do filme me senti emocionado com um belo nó na garganta&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: georgia;" class="EC_Apple-style-span"&gt; -,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt; não dimensiona a metáfora que "Ensaio" possui &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: georgia;" class="EC_Apple-style-span"&gt;e por isso, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;merece várias análises. Impressiona a riqueza interpretativa e as várias leituras possíveis que os fatos mostrados podem ter. Todos os personagens exercem funções distintas e por isso podem ser an&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: georgia;" class="EC_Apple-style-span"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;lisados separadamente. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: georgia;font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: georgia;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:100%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: georgia;font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: georgia;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ensaio" pode até não levar nenhum oscar, ou mesmo ser um fracasso de público, mas&lt;span class="EC_Apple-style-span"&gt;,&lt;/span&gt; a intensidade dessa obra para o espectador mais atento sempre receberá os &lt;span class="EC_Apple-style-span"&gt;status&lt;/span&gt; de direito. E na seqüência final, onde novamente fiquei emocionado, a assinatura escrita a quatro mãos por Meirelles e Saramago mostra que vivemos cegos para a vida, e que a epidemia branca é muito mais real do que imaginamos.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-weight: bold;font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt;&lt;span class="EC_Apple-style-span"&gt;G&lt;/span&gt;ostinho especial&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;O tempero para os brasileiros e principalmente para os paulistanos é ver &lt;/span&gt;&lt;span class="EC_Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;que&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt; a cidade de São Paulo &lt;/span&gt;&lt;span class="EC_Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;foi&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt; utilizada como cenário&lt;/span&gt;&lt;span class="EC_Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt; e pela primeira vez incorpor&lt;/span&gt;&lt;span class="EC_Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;ou&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt; um "personagem" em um filme com alcance mundial, apesar de não representar São Paulo, mas sim a cidade imaginada por Saramago e criada por Meirelles. Já vimos Nova York, Los Angeles, Paris, Londres e agora a nossa cidade mostra que &lt;/span&gt;&lt;span class="EC_Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;pode ser&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt; um palco cinematográfico digno de grandes produções.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;J. Barish&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;A declaração emocionada de Saramago para Fernando Meirelles,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;nem precisa de comentários!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Y1hzDzAvJOY&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Y1hzDzAvJOY&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4837559119236571122-6738384413548006204?l=somosherdeiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://somosherdeiros.blogspot.com/feeds/6738384413548006204/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4837559119236571122&amp;postID=6738384413548006204' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4837559119236571122/posts/default/6738384413548006204'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4837559119236571122/posts/default/6738384413548006204'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://somosherdeiros.blogspot.com/2008/09/ensaio-para-enxergar.html' title='Ensaio para Enxergar'/><author><name>J. Barish e A. Ayres</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09012564951810000552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_pcnSWT2VmOY/SM6cAAFclyI/AAAAAAAAABk/39gnFXDCxgc/s72-c/ensaio-sobre-a-cegueira06.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4837559119236571122.post-1934216486324420552</id><published>2008-09-11T14:36:00.000-07:00</published><updated>2008-09-11T15:17:22.497-07:00</updated><title type='text'>Uma Promessa Fora do Tom</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_pcnSWT2VmOY/SMmT-Rlg4qI/AAAAAAAAABc/TxSpbft1qKE/s1600-h/desafinados02.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_pcnSWT2VmOY/SMmT-Rlg4qI/AAAAAAAAABc/TxSpbft1qKE/s320/desafinados02.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5244885939131572898" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;A produção do cinema nacional está crescendo anualmente, e isso é refletido no aumento da infra-e&lt;/span&gt;&lt;span class="EC_Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;s&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;trutura e no aprimoramento técnico, além de uma diversidade de títulos que abrangem tantos filmes ótimos e de qualidade, que acabam até ganhando grandes prêmios internacionais, quanto filmes pobres tecnicamente ou excessivamente comerciais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;"Os Desafinados" do diretor Walter Lima Jr.  é o caso de  aplausos em questões técnicas como fotografia e figurino, mas uma enorme decepção  quando observamos a sinopse  e deparamos com um filme  que soa "fora do tom" o tempo inteiro e tem um &lt;/span&gt;&lt;span class="EC_Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;cheiro&lt;/span&gt;&lt;span class="EC_Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; excessivamente "global".&lt;/span&gt;  &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Nada mais perfeito do que lançar um filme que possui a Bossa Nova como tema, quando esse ritmo genuinamente brasileiro, completa 50 anos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Quatro amigos m&lt;/span&gt;&lt;span class="EC_Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;ú&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;sicos, Rodrigo Santoro &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;(Joaquim), &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;       Ângelo Paes Leme (Davi), &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;       André Moraes (PC) e &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;       Jair Oliveira (Geraldo) juntam-se ao amigo Selton Mello (Dico)&lt;span class="EC_Apple-style-span"&gt;,&lt;/span&gt; cineasta&lt;span class="EC_Apple-style-span"&gt;  ,&lt;/span&gt; e vão tentar o sucesso tocando Bossa Nova em Nova York&lt;span class="EC_Apple-style-span"&gt;.&lt;/span&gt; &lt;span class="EC_Apple-style-span"&gt;A&lt;/span&gt;té a&lt;span class="EC_Apple-style-span"&gt;í&lt;/span&gt; a história &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;promete&lt;/span&gt; muita m&lt;span class="EC_Apple-style-span"&gt;ú&lt;/span&gt;sica de qualidade e uma história envolvente, principalmente pela entrada de Cláudia Abreu (Glória) como um suposta voz para esse grupo. Além disso&lt;span class="EC_Apple-style-span"&gt;,&lt;/span&gt; ela forma um triângulo amoroso com Joaquim e &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;       Alessandra Negrini (Luíza), esta &lt;/span&gt;&lt;span class="EC_Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;ú&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;ltima por sinal, nas poucas aparições, demonstra muita competência e destoa do resto da produção.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span class="EC_Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Usei a palavra&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;promete&lt;/span&gt;, porque o filme fica apenas na &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;promessa&lt;/span&gt; e se arrasta durante cansativos 131 minutos sem que um solo empolgue o pobre espectador, e pior, Cláudia Abreu decepciona, sua personagem deveria fazer a história tremer,&lt;/span&gt;&lt;span class="EC_Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; mas, &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;o que treme é a paciência do espectador a cada cena que sempre fica na promessa mas nada acontece. E o fato que chega a irritar em sua personagem é a dublagem feita nas cenas onde ela canta. A voz da cantora/dubladora é totalmente diferente da atriz, além de não ter nada de especial. &lt;/span&gt;  &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um bom exemplo das "promessas" não cumpridas é a cena em que um dos personagens chega em casa e surpreendentemente não há ninguém, ele sai novamente com "a pulga atrás na orelha", &lt;/span&gt;&lt;span class="EC_Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;e&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; mais tarde, quando encontra a pessoa que deveria estar em casa, a mesma explica sua ausência com algo tão simples que parece absurdo (&lt;/span&gt;&lt;span class="EC_Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;isso deixa&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; no ar a promessa de um pequeno mistério&lt;/span&gt;&lt;span class="EC_Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;,&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; que infelizmente não existe&lt;/span&gt;&lt;span class="EC_Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;)&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;, o que demonstra que no mínimo 10 arrastados e desnecessários minutos do filme poderiam ter sido poupados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;A maior promessa da trama do filme, infelizmente tenho que contar por ser um absurdo, é o fato de no início ser anunciado que o grupo teria feito sucesso no Brasil na sua época, e incrivelmente o único momento que esse sucesso aparece, com direito a fãs batendo no vidro do carro, é em um show na Argentina!? &lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de desafinado, o filme tem inúmeras cenas que se prolongam, fora do tempo de corte &lt;/span&gt;&lt;span class="EC_Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;e é&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; cansativo como esperar um show de João Gilberto. As raras sequências que empolgam, parte pelo bom humor, ou pela competência do elenco, infelizmente não conseguem salvar o roteiro fraco, a montagem arrastada e o desfecho, que acaba sendo a única promessa, infelizmente muito previsível, totalmente cumprida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;por J. Barish&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O trailer traz praticamente todas as partes que empolgam no filme,&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;assista-o e espere o filme sair na Globo pra ver. Sai mais barato.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/sVp2gYV-zvs&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/sVp2gYV-zvs&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" height="344" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4837559119236571122-1934216486324420552?l=somosherdeiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://somosherdeiros.blogspot.com/feeds/1934216486324420552/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4837559119236571122&amp;postID=1934216486324420552' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4837559119236571122/posts/default/1934216486324420552'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4837559119236571122/posts/default/1934216486324420552'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://somosherdeiros.blogspot.com/2008/09/uma-promessa-fora-do-tom.html' title='Uma Promessa Fora do Tom'/><author><name>J. Barish e A. Ayres</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09012564951810000552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_pcnSWT2VmOY/SMmT-Rlg4qI/AAAAAAAAABc/TxSpbft1qKE/s72-c/desafinados02.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4837559119236571122.post-1101338887692837295</id><published>2008-08-14T12:15:00.000-07:00</published><updated>2008-08-14T13:02:07.525-07:00</updated><title type='text'>Anarquia!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_pcnSWT2VmOY/SKSKz4XHKyI/AAAAAAAAABU/0r_dz2_i914/s1600-h/darkknight_35.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_pcnSWT2VmOY/SKSKz4XHKyI/AAAAAAAAABU/0r_dz2_i914/s320/darkknight_35.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5234461290818644770" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Batman - O Cavaleiro das Trevas" beira a perfeição da adaptação de um personagem de história em quadrinhos para o cinema. O filme namora com a realidade, mas não deixa escapar muitos fatos impossíveis que aconteceriam apenas em páginas de quadrinhos ou telas de cinema (e isso que tempera essa fantasia).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grande "ás" na manga  do diretor Christopher Nolan neste filme foi embarcar nas aventuras psicológicas que existem nos quadrinhos do personagem Batman e transportá-las para a telona. O filme coloca pelo menos um nariz de vantagem comparado as outras adaptações (que sacrilégico fazer comparações), pelo fato do filme se sustentar na trama e não simplesmente na ação, ou mesmo em um desfecho "incrível". A história surpreende em vários momentos, e a anarquia dos dois personagens principais (ponto forte dos quadrinhos), está presente quase que em todas as duas horas e meia de filme. Anarquia de alguém que quer lutar pelo que é justo, fora do sistema, e de outro que quer ridicularizar tanto o sistema, quanto o cara de morcego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falando em Coringa, &lt;span&gt;Heath Ledger, em atuação assustadoramente impactante, vence e convence nessa história, não só demonstra a insanidade como também rouba a cena por seus trejeitos e realismo (como seria uma mente genial e perturbada?). Ledger responde em sua derradeira atuação (infelizmente muito se diz que ele mesmo não aguentou o tranco psicológico que foi "encarnar" o Coringa).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt; Novamente se faz necessária uma comparação cruel, &lt;/span&gt;&lt;span&gt;Christian Bale (&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Bruce Wayne/Batman), ficou minúsculo diante da interpretação de Ledger. Um ponto que poderia defende-lo é que o Coringa é mais caricato, por isso mais fácil de criá-lo, mas Wayne também é um personagem em conflito, alguém que vive com duas personalidades distintas, que vê o suposto "amor de sua vida" nos braços de outro homem, que abdica desse amor para lutar contra o crime, ao mesmo tempo que é um milionário com responsabilidades sociais e empresariais (ele tem uma imagem de playboy a zelar), tudo isso pouco se vê nas expressões gélidas de Bale. Um ponto para ele? O fato de mesmo sendo pouco expressivo ele convence mais do que todas as tentativas anteriores do cinema (e da TV também).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt; Anarquia, blefe de cartas, surpresas, angústias e nada de infantilidade. O Homem Morcego encontra um inimigo a sua altura e que o coloca em cheque, mostrando que de fato ninguém é 100% bom ou mau, basta saber quem conseguirá ser o herói ou ser o bandido. A questão é: no final do filme, você preferia ser o Batman ou o Coringa? Eu sei o que você irá responder, hahahahahahaha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por J. Barish&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;uma pequena amostra do show do Coringa&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/b4FZdsIDsKE&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/b4FZdsIDsKE&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" height="344" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4837559119236571122-1101338887692837295?l=somosherdeiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://somosherdeiros.blogspot.com/feeds/1101338887692837295/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4837559119236571122&amp;postID=1101338887692837295' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4837559119236571122/posts/default/1101338887692837295'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4837559119236571122/posts/default/1101338887692837295'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://somosherdeiros.blogspot.com/2008/08/anarquia.html' title='Anarquia!'/><author><name>J. Barish e A. Ayres</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09012564951810000552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_pcnSWT2VmOY/SKSKz4XHKyI/AAAAAAAAABU/0r_dz2_i914/s72-c/darkknight_35.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4837559119236571122.post-5574036679382764549</id><published>2008-07-30T14:44:00.000-07:00</published><updated>2008-08-01T07:05:08.294-07:00</updated><title type='text'>Volvemos</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_pcnSWT2VmOY/SJDksLo4oxI/AAAAAAAAABM/K9vIfcG_lhE/s1600-h/volver.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp2.blogger.com/_pcnSWT2VmOY/SJDksLo4oxI/AAAAAAAAABM/K9vIfcG_lhE/s320/volver.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5228930615066796818" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Ontem assisti pela terceira, talvez quarta vez Volver, do famosérrimo Almodóvar.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Pouco sei sobre a parte técnica da coisa, como podem ver, mas sei bem como alguém passional e desprovido de muita sabedoria cinematográfica, apenas com um pequeno expertise, pode se sentir ao deparar com esta película.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language: EN-GB"&gt;Primeiramente devo meus parabéns a Penelope Cruz, que apesar de ter atuado em inúmeros filmes, ainda sim me parecia apenas um belo (e peculiar) rostinho. A verdade é que nunca imaginei que uma hollywoodiana daquelas pudesse se portar tão bem como uma simples dona de casa. Ela impressiona com a naturalidade da atuação e confesso que me senti extremamente acolhida, por ela ser uma mãe compreensiva, agilizada e muito também por me lembrar a minha própria mãe. Não só ela, mas a relação de todo elenco é linda. A tia, a sobrinha e a avó, me passaram um sentimento bem familiar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language: EN-GB"&gt;A história, por sua vez, parece ser pesada pela sinopse, mas se você conhece Almodóvar vai saber que ele tem um humor peculiar. Mas, o interessamente mesmo é que a história vai te envolvendo sem que você perceba, e com as piadas do diretor, fica muito leve de ser visto. A sacada da mãe voltar e somente no final do filme ela afirmar que não está morta, foi ótima. Juro que por muitas vezes, ingenuamente eu sei, pensei na possibilidade de ela ser um mero fantasma. Culpo Almodóvar por isso, pois sei que dele podemos esperar muitas coisas. Como quando vi a cena do filme Fale com ela, em que no sonho de um rapaz, ele diminui de tamanho e entra dentro da vagina da mulher. Bizarro!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language: EN-GB"&gt;Bom, voltando ao filme, digo com certeza que todos irão gostar, não somente por ele ser simples e ao mesmo tempo carregar uma trama rica, mas por ter um final não necessariamente surpreendente. Na verdade, senti o filme como algo bem próximo da realidade, onde pequenas coisas vão sendo descobertas no decorrer da história, para então se relevar no final, assim como a vida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language: EN-GB"&gt;Como desfeche, deixo para vocês uma cena do filme, em que Raimunda (Penelope Cruz) dubla uma canção. Uma atuação emocionante, apesar de dublada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;por A. Ayres&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;"&gt;&lt;span lang="EN-US"   style="font-family:&amp;quot;Lucida Grande&amp;quot;;mso-bidi-Lucida Grande&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/C4545qZbG3Q&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/C4545qZbG3Q&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:EN-GB"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;!--EndFragment--&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4837559119236571122-5574036679382764549?l=somosherdeiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://somosherdeiros.blogspot.com/feeds/5574036679382764549/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4837559119236571122&amp;postID=5574036679382764549' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4837559119236571122/posts/default/5574036679382764549'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4837559119236571122/posts/default/5574036679382764549'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://somosherdeiros.blogspot.com/2008/07/volvemos.html' title='Volvemos'/><author><name>J. Barish e A. Ayres</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09012564951810000552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_pcnSWT2VmOY/SJDksLo4oxI/AAAAAAAAABM/K9vIfcG_lhE/s72-c/volver.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4837559119236571122.post-8000744691191813972</id><published>2008-07-17T11:06:00.000-07:00</published><updated>2008-07-17T13:37:32.261-07:00</updated><title type='text'>Estado Puro de Uma Nova Arte</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_pcnSWT2VmOY/SH-MligM4VI/AAAAAAAAABE/dC5Q5nxkWcQ/s1600-h/Walle.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp3.blogger.com/_pcnSWT2VmOY/SH-MligM4VI/AAAAAAAAABE/dC5Q5nxkWcQ/s320/Walle.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5224048669317980498" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;"&gt; As imagens em computação gráfica são geradas através de cálculos matemáticos. &lt;span class="EC_Apple-style-span"&gt;E&lt;/span&gt; o nível de perfeição atingido pela Pixar em &lt;span class="EC_Apple-style-span"&gt;transformar&lt;/span&gt; estes cálculos em arte é assutadoramente incrível. Em Ratatouille (2007), o trabalho artístico de construção de personagens, o  estilo gráfico e  a reconstrução em 3D da cidade de Paris, tra&lt;span class="EC_Apple-style-span"&gt;n&lt;/span&gt;sformaram uma história muito bem trabalhada em um filme que "exala" poesia. "Wall-e" (2008), escrito e dirigido por Andrew Stanton (diretor de Vida de Inseto e Procurando Nemo), é uma passo a frente. Os minutos iniciais nos mostra o Planeta Terra num futuro cheio de lixo e inabitado, o que seria uma realidade assustadora, não fosse a presença de Wall-e, um robô compactador de lixo. Mas que graça tem isso? Toda. &lt;span class="EC_Apple-style-span"&gt;P&lt;/span&gt;or&lt;span class="EC_Apple-style-span"&gt;que &lt;/span&gt;praticamente tudo que passa pelas mãos da Pixar, vira ouro (Toy story, Procurando Nemo, Monstros S.A. &lt;span class="EC_Apple-style-span"&gt;e&lt;/span&gt; etc). Justo no início &lt;span class="EC_Apple-style-span"&gt;do filme &lt;/span&gt;que a Pixar "brinca" de fazer cinema, mostrando planos de tela diferentes das outras animações, como se realmente existisse uma equipe filmando aquele ambiente virtual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltando ao personagem principal, Wall-e é carismático, nos remete ao mais puro cinema mudo, em seu mundo de particular, com excentricidades, o robozinho encanta nos primeiros segundos que aparece em cena. A aventura de Wall-e começa quando sua rotina é quebrada pela chegada de uma nave espacial, &lt;span class="EC_Apple-style-span"&gt;trazendo&lt;/span&gt; um passageiro que muda a vida &lt;span class="EC_Apple-style-span"&gt;do robô&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tempos Modernos? Seria exagero comparar &lt;span class="EC_Apple-style-span"&gt;W&lt;/span&gt;all-e a um filme de Carlitos? Porque não? Romance, comédia e uma cr&lt;span class="EC_Apple-style-span"&gt;í&lt;/span&gt;tica ao estilo americano de vida atual, estão espetacularmente  inseridos em "Wall-e". As referências como do Telejogo (video-game pai do Atari...rsrs), filmes clássicos e até "2001-Uma Odisséia no Espaço", aparecem para demonstrar que a Pixar atingiu um nível que ultrapassa o cinema comercial, é uma arte para todos, pois dificilmente alguém&lt;span class="EC_Apple-style-span"&gt;,&lt;/span&gt; seja da idade que for, consiga não se render aos encantos d&lt;span class="EC_Apple-style-span"&gt;o filme&lt;/span&gt;. Uma arte matematicamente planejada, dos mínimos detalhes técnicos de cenário ao roteiro maravilhosamente lapidado&lt;span class="EC_Apple-style-span"&gt;,&lt;/span&gt; "Wall-e" apresenta o estado pur&lt;span class="EC_Apple-style-span"&gt;o&lt;/span&gt; de uma nova arte, o cinema que é comercial e altamente art&lt;span class="EC_Apple-style-span"&gt;í&lt;/span&gt;stico ao mesmo tempo, um novo clássico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por J. Barish&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A seguir o trailer com trilha de Michael Kamen feita para "Brazil, o filme" (1985), uma homenagem, já que ele seria o autor da trilha de Os Incríveis (2004), mas faleceu antes de concluí-la.&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/UblUO0LjPUg&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/UblUO0LjPUg&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" height="344" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4837559119236571122-8000744691191813972?l=somosherdeiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://somosherdeiros.blogspot.com/feeds/8000744691191813972/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4837559119236571122&amp;postID=8000744691191813972' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4837559119236571122/posts/default/8000744691191813972'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4837559119236571122/posts/default/8000744691191813972'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://somosherdeiros.blogspot.com/2008/07/estado-puro-de-uma-nova-arte.html' title='Estado Puro de Uma Nova Arte'/><author><name>J. Barish e A. Ayres</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09012564951810000552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_pcnSWT2VmOY/SH-MligM4VI/AAAAAAAAABE/dC5Q5nxkWcQ/s72-c/Walle.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4837559119236571122.post-6960475276879128650</id><published>2008-07-16T14:09:00.000-07:00</published><updated>2008-07-16T14:29:21.017-07:00</updated><title type='text'>Irréversible</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_pcnSWT2VmOY/SH5kUgq3pdI/AAAAAAAAAA8/NlwlerGetT8/s1600-h/Irreversible.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp1.blogger.com/_pcnSWT2VmOY/SH5kUgq3pdI/AAAAAAAAAA8/NlwlerGetT8/s320/Irreversible.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5223722921326257618" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ok, o filme é de 2003, muitos outros já puderam ter tomado o lugar dele, mas, pra mim não! Irreversível (Irréversible, 2003) é realmente irreversível, uma vez assistido, sua percepção cinematográfica nunca mais será a mesma. Pra mim, o motivo principal é a fantástica sacada do diretor Gaspar Noé de narrar a cronologia inversamente, que não é simplesmente contada de trás pra frente, mas, tem toda uma mudança de atmosfera do final pro começo. Explico-lhes o porquê.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar de mostrar uma história aparentemente simples, onde uma mulher é estuprada e seu namorado vai atrás de uma vingança, o filme tem cenas extremamamente reais, apesar de pesadas. Aliás, as cenas iniciais são tão bem feitas e fortes, assim como a do estupro que dura onze minutos, que algumas pessoas desistem de vê-lo. E isso é uma pena, pois o desenrolar da história traz cenas muito agradáveis. A descoberta da história vai se fazendo aos poucos, e conforme o filme vai chegando ao seu final-começo (?), ele vai se tornando leve e bonito.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim, vamos entendendo que apesar do final ser trágico, ao assistir o filme da maneira contrária, o torna muito mais interessante. A sensação horrível que sentimos ao saber o que acontece com Alex (Monica Bellucci), vai passando e tomando lugar a real história. Vamos entendendo que Marcus (Vincent Cassel) não é aquele cara nervoso, e até perigoso das primeiras cenas e sim um cara comum, que tem um relacionamento comum, com sonhos, planos, mas, que a tragédia que acontece em sua vida o transforma definitivamente. Confesso que quando o filme chegou ao fim, chorei. Não pelo que havia acontecido, mas por saber o que iria acontecer com aquelas pessoas que em um passado próximo, eram felizes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sobre a trilha sonora pouco sei. O filme é tão intenso que não prestei atenção, mas posso dizer que os efeitos de câmera são espetaculares, com intensa movimentação, enquadramentos cortados, que dão a perfeita impressão de ódio e luta pela vingança. Então, conforme as cenas vão passando, as filmagens vão se “acalmando”, assim como o raiva de Marcus. Além disso, os diálogos parecem verídicos e a atuação dos protagonistas é ótima. Enfim, um filme que provoca as mais diversas reações do espectador e consegue passar sensações tão intensas, só pode ser excelente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Abaixo segue o trailer para instigar quem não viu, e pra quem viu, querer ver novamente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;por A. Ayres&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/MUoGfBliIQ0&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/MUoGfBliIQ0&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4837559119236571122-6960475276879128650?l=somosherdeiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://somosherdeiros.blogspot.com/feeds/6960475276879128650/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4837559119236571122&amp;postID=6960475276879128650' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4837559119236571122/posts/default/6960475276879128650'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4837559119236571122/posts/default/6960475276879128650'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://somosherdeiros.blogspot.com/2008/07/irrversible.html' title='Irréversible'/><author><name>J. Barish e A. Ayres</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09012564951810000552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_pcnSWT2VmOY/SH5kUgq3pdI/AAAAAAAAAA8/NlwlerGetT8/s72-c/Irreversible.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4837559119236571122.post-8593727263673951227</id><published>2008-07-16T11:04:00.000-07:00</published><updated>2008-07-16T14:30:35.307-07:00</updated><title type='text'>O Vôo do Escafandro</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_pcnSWT2VmOY/SH4606998qI/AAAAAAAAAA0/SfU_n-h-i7Y/s1600-h/escafandro-e-a-borboleta04.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp0.blogger.com/_pcnSWT2VmOY/SH4606998qI/AAAAAAAAAA0/SfU_n-h-i7Y/s320/escafandro-e-a-borboleta04.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5223677298653131426" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div  style="text-align: justify;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Existem filmes que assistimos e simplesmente esquecemos da história nos minutos seguintes  da exibição, tamanha a superficialidade de algumas películas. "O Escafandro e a Boboleta" (&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Le Scaphandre et le Papillon, 2008), é exatamente um caso como esse, ao inverso. Imergimos dentro da mente de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Jean-Dominique Bauby (&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mathieu Amalric), e quando digo que imergimos é quase de uma forma literal. No início do filme, o cuidado técnico do diretor &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;americano Julian Schnabel, nos coloca dentro da cabeça de Jean, além da tela mostrar o que seria supostamente a visão dele (muitas vezes embaçada), o som se diferencia entre o que ele ouve (abafado e como se estivesse vindo de frente) e a sua própria voz (clara, mais alta e vindo dos lados). A minha esperança é que todas as salas de cinema consigam passar esse efeito sonoro, que é impressionante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O filme é uma adaptação do livro que leva o mesmo nome, e mostra a vida do protagonista após tornar-se tetraplégico, podendo apenas mover e se comunicar através de seu olho esquerdo. "O Escafandro..." emociona sem ser melodrámatico, o cuidado com a trilha, que torna-se melancólica apenas quando necessário, demonstra que não é preciso exageros para mexer com o público. Nos faz refletir sobre a vida, sobre nossos limites e até sobre nossa liberdade (apesar de ter mãos e pés perfeitos, será que as vezes não ficamos presos no corpo de nossa rotina?).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;"O Escafandro..." é uma aula de como fazer cinema, não por menos recebeu 4 indicações ao Oscar, além do prêmio de melhor direção em Cannes, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por J. Barish&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja o clip da musica "Don't Kiss Me Goodbye" da banda Ultra Orange &amp;amp; Emanuelle que faz parte da ótima trilha que inclue até U2!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/tuL5wq8_WrQ&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/tuL5wq8_WrQ&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" height="344" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4837559119236571122-8593727263673951227?l=somosherdeiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://somosherdeiros.blogspot.com/feeds/8593727263673951227/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4837559119236571122&amp;postID=8593727263673951227' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4837559119236571122/posts/default/8593727263673951227'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4837559119236571122/posts/default/8593727263673951227'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://somosherdeiros.blogspot.com/2008/07/o-vo-do-escafandro.html' title='O Vôo do Escafandro'/><author><name>J. Barish e A. Ayres</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09012564951810000552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_pcnSWT2VmOY/SH4606998qI/AAAAAAAAAA0/SfU_n-h-i7Y/s72-c/escafandro-e-a-borboleta04.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4837559119236571122.post-6834865577376962068</id><published>2008-07-15T11:56:00.000-07:00</published><updated>2008-07-15T12:47:10.975-07:00</updated><title type='text'>Juno</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_pcnSWT2VmOY/SHzzqBPHzzI/AAAAAAAAAAs/tBzCgOp0vkg/s1600-h/juno_09.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp1.blogger.com/_pcnSWT2VmOY/SHzzqBPHzzI/AAAAAAAAAAs/tBzCgOp0vkg/s320/juno_09.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5223317571054849842" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A princípio me pareceu mais um filminho água com açucar, como costumam chamar. Não que não seja um filme mais simples de se ver, porém o roteiro o torna simplesmente genial. Este é um daqueles filmes em que nem vemos as horas passar, sabe?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Escrito pela ex-stripper Diablo Cody, Juno (Ellen Page) conta a história de é uma menina de 16 anos que engravida de seu melhor amigo, Paulie Bleeker (Michael Cera) e tenta encontrar um casal perfeito para adotar seu filho. Até  aí, uma história comum. Mas, o que a torna especial é como a personagem recebe a novidade em sua vida. Juno é descolada, desencanada, uma menina inteligente, e diferente das usuais adolescentes representadas pelo cinema, ela não é dramática, nem existencialista. Ela é simples, engraçada e deixa o filme extremamente agradável de se ver.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O roteiro como já disse, é excelente, não por menos ganhou o Oscar deste ano. Mas, o que me chamou atenção foi a veracidade dos diálogos que dão um ar irreverente e meio intelectualizado, apesar de terem sido um pouco forçados na cena em que o pai descobre a gravidez da filha. No decorrer da história, parecemos ter certeza de como será o final, mas ele acaba sendo surpreendente, mostrando que a maturidade de Juno não está presente em atitudes clichês. Percebemos somente no final do filme que ela cresceu com tudo aquilo e que apesar da pouca idade, foi forte o suficiente para aguentar a barra sozinha, sem cobrar absolutamente nada do pai da criança. Aliás, a forma como ela escreve o bilhete que "resolve" todo o problema da adoção, revela que apesar da maturidade na atitude, ela ainda sim é uma criança que está aprendendo muito com toda a experiência. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os créditos iniciais também são uma agradável surpresa a parte, são super bem feitos e conseguem revelar algumas características do roteiro que se desenrola em seguida. A trilha sonora é doce e leve como o filme, e mais uma vez Cat Power está presente com “Sea of Love”. Tem também Sonic Youth com a famosa “Superstar” e até Velvet Underground. A minha favorita é da Cat Power, mas, como já postamos um clip dela anteriormente, deixo para vocês um trecho do final do filme (mas que não revela a parte principal) com a música “Everything but you” dos protagonistas, Ellen Page e Michael Cera.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;por A. Ayres&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/gQ2ODUHaD88&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/gQ2ODUHaD88&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4837559119236571122-6834865577376962068?l=somosherdeiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://somosherdeiros.blogspot.com/feeds/6834865577376962068/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4837559119236571122&amp;postID=6834865577376962068' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4837559119236571122/posts/default/6834865577376962068'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4837559119236571122/posts/default/6834865577376962068'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://somosherdeiros.blogspot.com/2008/07/juno.html' title='Juno'/><author><name>J. Barish e A. Ayres</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09012564951810000552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_pcnSWT2VmOY/SHzzqBPHzzI/AAAAAAAAAAs/tBzCgOp0vkg/s72-c/juno_09.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4837559119236571122.post-1312462281818704644</id><published>2008-07-15T09:50:00.000-07:00</published><updated>2008-07-16T12:25:25.231-07:00</updated><title type='text'>Hora de Voltar</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_pcnSWT2VmOY/SHzXCfSWtlI/AAAAAAAAAAk/LYrWlKBiEa8/s1600-h/9060.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp1.blogger.com/_pcnSWT2VmOY/SHzXCfSWtlI/AAAAAAAAAAk/LYrWlKBiEa8/s320/9060.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5223286105601128018" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_pcnSWT2VmOY/SHzW6ySm-kI/AAAAAAAAAAc/IybB5w9_fPo/s1600-h/9054.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp3.blogger.com/_pcnSWT2VmOY/SHzW6ySm-kI/AAAAAAAAAAc/IybB5w9_fPo/s320/9054.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5223285973263514178" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Vida é feita de fases, infância, adolescência, maioridade, etc. Mas dentro destas fases existem outras passagens por determinados lugares e principalmente grupos de pessoas que convievemos (forçados ou não) que nos marcam por toda vida. Um dia as coisas mudam, você se forma, ou muda de emprego, ou precisa morar em outra cidade. Com o tempo nos transformamos, sem perceber, que aqueles lugares que antes faziam tanto sentido para nós, ficam distantes do que somos no presente, como uma roupa velha que pinica, ou uma poltrona velha que já não está mais confortável. "Hora de Voltar" (Garden State, 2004) escrito, dirigido e protagonizado por &lt;span id="EC_ctl00_ContentPlaceHolder1_FichaFilme_TabPanelcriticas_rptcritica_ctl00_lbl_texto"&gt;Zach Braff (o J.D. da série &lt;i&gt;Scrubs&lt;/i&gt;), fala de tudo isso e mais um pouco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Garden State" tem uma trilha com um cheiro alternativo, assim como o filme, de baixo orçamento, mas com ótimas atuações. &lt;/span&gt;&lt;span id="EC_ctl00_ContentPlaceHolder1_FichaFilme_TabPanelcriticas_rptcritica_ctl00_lbl_texto"&gt;Andrew Largeman (Braff), precisa voltar para sua cidade natal após anos de afastamento, reencontra antigos amigos, que mesmo morando no mesmo lugar também já não são os mesmos. Nesta volta, que se mostra uma certa busca por si próprio e confronto com suas raízes, Andrew conhece Sam (Natalie Portman), cuja personagem é um capitulo a parte nessa história, cheia de particularidades (para não dizer esquisitices), mas que encanta e dá brilho a este filme, que aparentemente é totalmente despretensioso, mas que pode dizer muito sobre nós mesmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trailer para aumentar a vontade de assistir novamente.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;por J. Barish&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/u82n0e1mgmQ&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/u82n0e1mgmQ&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" height="344" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4837559119236571122-1312462281818704644?l=somosherdeiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://somosherdeiros.blogspot.com/feeds/1312462281818704644/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4837559119236571122&amp;postID=1312462281818704644' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4837559119236571122/posts/default/1312462281818704644'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4837559119236571122/posts/default/1312462281818704644'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://somosherdeiros.blogspot.com/2008/07/hora-de-voltar.html' title='Hora de Voltar'/><author><name>J. Barish e A. Ayres</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09012564951810000552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_pcnSWT2VmOY/SHzXCfSWtlI/AAAAAAAAAAk/LYrWlKBiEa8/s72-c/9060.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4837559119236571122.post-2872329447088635668</id><published>2008-07-14T08:27:00.000-07:00</published><updated>2008-07-14T10:27:24.293-07:00</updated><title type='text'>He Lost Control</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_-5_Ch68Fkng/SHuHrMczhNI/AAAAAAAAADc/qFoXcScTVb8/s1600-h/control_02.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp0.blogger.com/_-5_Ch68Fkng/SHuHrMczhNI/AAAAAAAAADc/qFoXcScTVb8/s320/control_02.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5222917369012389074" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desde o momento em que soube que a vida do Ian Curtis, ex-vocalista do Joy Division, seria retratada no cinema, fiquei ansiosa. Então, logo nas primeiras semanas de exibição lá estava eu, sem balde de pipoca (afinal um filme como esses exige mais uma cerveja do que pipocas), pronta pra me acabar no La Hacienda (club onde a banda tocava, em Manchester, na Inglaterra).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Control” (2007) foi inspirado no livro que a mulher de Curtis escreveu e que por consequência acabou servindo como a base da cinebiografia do cantor. Realizado por Anton Corjibin, que abandonou temporariamente a fotografia para se dedicar ao cinema (e aparentemente deu muito certo), o filme é muito bem feito, conseguindo nos transportar para aquela época e unindo um pedaço essencial da história do rock e a emocionante vida de Ian. O filme mostra o estilo de vida, os sons, as cores, os sentimentos, e até o tédio dos adolescentes que tentavam arduamente combatê-lo com muito tabaco, álcool, drogas e róque and roll. E Ian foi muito bem representado por Sam Riley, um ator inglês que já havia encarnado um outro cantor do mundo pós-punk, em “A Festa Nunca Termina” (2002). Sam conseguiu passar aquela essencia de bom moço de Curtis, que, diferente do que a grande maioria imagina, não era o típico rock star. Casou-se cedo e desde cedo também descobriu sofrer de epilepsia, por isso todos os seus conhecidos “ataques”  nos palcos nada mais eram que crises da doença. Segundo o diretor Anton Corbijn, o filme contém música, mas não é um musical, porém fica difícil não se arrepiar com a ótima atuação de Sam em seu martírio devido um triângulo amoroso mal resolvido, e nas famosas dancinhas de Ian.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem mais, para quem curte o som dos caras, e toda aquela cena pós-punk do final dos anos 70 e começo dos anos 80, tem a obrigação de se emocionar com a vida dramática do cantor, que se torna ainda mais apaixonante pela ingenuidade e bom caráter. Com certeza, esse é um daqueles filmes que se tornaram de cabeceira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abaixo o link para o clip de uma das músicas da trilha sonora do filme e que foi regravada pelo Killers. (não foi possível colocar o vídeo)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="color: rgb(0, 0, 0);" href="http://www.youtube.com/watch?v=qu0RRl_KGN0"&gt;Shadowplay - The Killers&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por A. Ayres&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4837559119236571122-2872329447088635668?l=somosherdeiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://somosherdeiros.blogspot.com/feeds/2872329447088635668/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4837559119236571122&amp;postID=2872329447088635668' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4837559119236571122/posts/default/2872329447088635668'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4837559119236571122/posts/default/2872329447088635668'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://somosherdeiros.blogspot.com/2008/07/he-lost-control.html' title='He Lost Control'/><author><name>J. Barish e A. Ayres</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09012564951810000552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_-5_Ch68Fkng/SHuHrMczhNI/AAAAAAAAADc/qFoXcScTVb8/s72-c/control_02.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4837559119236571122.post-67094755504860603</id><published>2008-07-14T06:30:00.000-07:00</published><updated>2008-07-14T06:52:50.437-07:00</updated><title type='text'>The Blueberry Kiss</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_pcnSWT2VmOY/SHtZMH1lpiI/AAAAAAAAAAU/YNE7OUGaGvc/s1600-h/myblueberrynights_07.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp2.blogger.com/_pcnSWT2VmOY/SHtZMH1lpiI/AAAAAAAAAAU/YNE7OUGaGvc/s320/myblueberrynights_07.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5222866257663338018" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Cinema é música", cada vez mais estou convencido que esta afirmação é verdadeira, principalmente quando esta relação fica mais evidente em determinados filmes. Como em "Um Beijo Roubado" (My Blueberry Nights, 2007), do diretor e roteirista Wong Kar-Wai (2046 - Os segredos do amor, 2004),  que conseguiu fazer um Jazz em forma de filme, docemente melancólico, como uma música de Norah Jones. Não por menos, Norah foi a única opção  para protagonista deste filme, que além de parecer um Jazz, exala Blues o tempo inteiro. Apenas pelo cast de estrelas o filme já merecia ser visto, Jude Law, David Strathairn, Rachel Weisz e Natalie Portman, não precisam de comentários, assim como a música tema, "The Greatest" da cantora Cat Power (que faz uma ponta no filme), que para quem gosta, pode esperar os mesmo sentimentos quando assistir ao filme. O filme é lento, mas não chato para o espectador mais paciente, com uma boa música ele tem seus instantes para pequenos solos como o de Natalie Portman que impressiona pela facilidade e veracidade de atuação (repare no sotaque!). O mais surpreendente de tudo é perceber como Norah Jones, que nunca havia atuado no cinema antes, começa insegura e no final do filme incorpora sua personagem. Desilusões, encontros e muitos desencontros acompanham não só a história principal, como as pequenas histórias que se desenrolam. Para muitos o "The Blueberry..." pode ser cansativo, mas para quem gosta de uma conversa calma sobre a vida, um belo pedaço de torta, ao som do bom e velho Blues, esse filme vai agradar, e muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por J. Barish&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;pre&gt;&lt;br /&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/div&gt;Confira o clip da música de Cat Power.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/4cCupTpjjfo&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/4cCupTpjjfo&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" height="344" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4837559119236571122-67094755504860603?l=somosherdeiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://somosherdeiros.blogspot.com/feeds/67094755504860603/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4837559119236571122&amp;postID=67094755504860603' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4837559119236571122/posts/default/67094755504860603'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4837559119236571122/posts/default/67094755504860603'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://somosherdeiros.blogspot.com/2008/07/blueberry-kiss.html' title='The Blueberry Kiss'/><author><name>J. Barish e A. Ayres</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09012564951810000552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_pcnSWT2VmOY/SHtZMH1lpiI/AAAAAAAAAAU/YNE7OUGaGvc/s72-c/myblueberrynights_07.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4837559119236571122.post-3644488761910712707</id><published>2008-07-11T14:21:00.000-07:00</published><updated>2008-07-12T12:32:01.763-07:00</updated><title type='text'>Prá começar</title><content type='html'>Foi em um dia comum, em uma caminhada pós almoço que a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;idéia&lt;/span&gt; surgiu. O motivo de começar algo nem sempre é tão claro quanto parece, mas, no nosso caso, a paixão pelo cinema e música contemporânea deu o impulso  que faltava para que a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;idéia&lt;/span&gt; se tornasse vital. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;Digo&lt;/span&gt; vital, pois entre nós se faz a imensa necessidade de &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;discorrer&lt;/span&gt; sobre esses assuntos diariamente. Afinal, que ser humano não se interessa por estas artes? Música e cinema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Música é vida, ela se confunde com a própria história da cultura humana. História, aquilo que a gente conta. Conte quantas histórias foram contadas para você desde que acordou, até este momento em que estas linhas estão sendo contadas para você. Conte! Ou então melhor, cante! Cinema, arte das imagens em movimento, a arte de "contar" histórias que mescla imagem e som. Cinema é música? Sim, desde seu princípio, mesmo quando era mudo, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;falávasse&lt;/span&gt; por música. E onde chegamos? No século XX. Cinema é difundido e ganha o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;adjetivo&lt;/span&gt; de "arte". A música se molda num novo formato, primeiro em discos, depois em fitas, CD, arquivos e toda a cultura é associada a ela. Essa é a nossa herança, cinema e música dos século XX. Entenderam?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, agora sem mais, apresentamos a dupla idealizadora deste espaço. Ela com o &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;pseudônimo&lt;/span&gt; de A. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;Ayres&lt;/span&gt; uma quase-jornalista-formada, 20 e poucos anos e com fome de saber e ele, J. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;Barish&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;diretor&lt;/span&gt; de arte, aspirante a cineasta e bom amigo, daqueles que se encontra poucas vezes na vida. Não sabemos se por mero acaso, ou (pra quem acredita) por puro destino, nos conhecemos numa tal revista (a qual o nome não vem ao caso) e foi simples assim, como um caminhar pós almoço, que inauguramos este singelo, porém não menos importante, blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenham certeza de que as esperanças são as melhores e a vontade imensa, por isso, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;acessem&lt;/span&gt; sempre, pois nos veremos em breve!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4837559119236571122-3644488761910712707?l=somosherdeiros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://somosherdeiros.blogspot.com/feeds/3644488761910712707/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4837559119236571122&amp;postID=3644488761910712707' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4837559119236571122/posts/default/3644488761910712707'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4837559119236571122/posts/default/3644488761910712707'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://somosherdeiros.blogspot.com/2008/07/pr-comear.html' title='Prá começar'/><author><name>J. Barish e A. Ayres</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09012564951810000552</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
